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sexta-feira, outubro 22, 2021
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Atendimento humanizado: Hospital Delphina Aziz transforma experiência de crianças que passam pelo Centro de Imagens

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O Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz oferece, desde julho deste ano, atendimento humanizado nas salas de exames, como ressonância magnética e tomografia computadorizada. A experiência alcança, também, crianças usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) encaminhadas à unidade via Central Unificada de Regulação e Agendamento de Consultas e Exames (Cura), da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM).

A humanização começa desde a chegada dos pacientes. Ainda durante a espera pelos exames, as crianças ficam em uma sala especialmente planejada para acolhê-las da melhor forma possível. O diferencial passa pelos detalhes: roupas de cama e vestimentas dos profissionais de saúde com motivos infantis, ambiente lúdico, exibição de desenhos animados, além de um tratamento sutil e cortês, para que os pequenos fiquem à vontade.

“Nós recebemos várias crianças de diferentes faixas etárias. Então o objetivo era a gente criar um ambiente mais lúdico, pensando nas crianças. Nosso objetivo para todos os pacientes, não só para as crianças, é proporcionar uma experiência que seja positiva, porque vir ao hospital já é bem traumático. Ver o sorriso de uma criança, acho que faz a gente se sentir cada dia melhor”, observou a enfermeira Cinthia Rodrigues, diretora assistencial do Delphina Aziz.

Além da sala de preparação para os exames, o hospital é a primeira unidade de saúde pública do Amazonas a aplicar a técnica de simulação de ambientes, para conforto dos pacientes. A unidade tem capacidade de realizar 120 exames por dia nas duas especialidades.

“A gente investiu em uma parte mais acolhedora, com teto humanizado, que simula você estar deitado olhando para a copa de uma árvore, colocamos luzes azuis para trabalhar com a cromoterapia, para acalmar as pessoas. Para crianças, a gente pensou em colocar um Certificado de Coragem, para depois do procedimento a criança receber o certificado”, destacou Thiago Python, diretor da OZN Health, concessionária de serviços não assistenciais do Delphina Aziz.

Ele acrescenta que a expansão do atendimento para outras áreas do hospital já está em planejamento. “Como a gente teve essa boa experiência, estamos tentando levar para as outras áreas, vamos também tentar levar lá para a parte laboratorial. O que a gente puder fazer para melhorar a experiência do paciente, não tem valor. É algo que a gente considera como se fosse o mínimo da nossa obrigação”, concluiu Thiago.

Atendimento no Delphina

Com apenas 4 anos, o pequeno Israel tem hipotireoidismo congênito e suspeita de paralisia cerebral. Para confirmar a suspeita, a médica neuropediatra solicitou que fosse feita uma ressonância magnética.

“Uma conquista enorme, porque foi o exame mais esperado que ele já teve na rede do SUS. Faz toda a diferença, se não tivesse esse atendimento mais especial para as crianças eu acho que seria mais difícil fazer esse exame. Esse atendimento, essa preparação que elas têm é excelente. Na unidade particular a gente jamais teria condições de fazer esse exame caríssimo e eu quero agradecer a todos. Muito obrigado”, disse o universitário Miqueias Gama, tio de Israel.

Um dos objetivos do atendimento humanizado é reduzir a necessidade de sedação para a realização dos exames. No caso das crianças, a equipe médica atua para tranquilizar os pacientes por meio de um bate-papo, carinhosamente chamado pelos profissionais de “papoterapia”, de maneira que eles consigam passar pelos exames sem serem sedados.

“A gente estava pensando nessa questão de que ela tinha que ser sedada, e aí as meninas incentivaram ela a fazer sem anestesia, sem ser sedada. Muito bom mesmo, eu gostei do atendimento daqui, fomos muito bem tratados, muito bem atendidos. É até gratificante, eu tenho até que agradecer esse pessoal que são muito receptivos. A gente fica bem feliz com esse tratamento aqui”, afirmou o autônomo Raimundo Hamilton, pai de Heloísa Oliveira, de 14 anos.

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